LZT Serralheria – Logotipo

Muitos colegas que trabalham na área de Comunicação sempre alertam que fazer job para amigos e parentes é uma furada total.

Pode até ser… Mas no caso do pessoal da LZT Serralheria, resolvi desconsiderar este aviso e encarar o desafio. Felizmente foi tudo muito tranquilo e divertido, algo bem raro nos dias de hoje!

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Naming, criação de logotipo e identidade visual, fotografia de produtos e redes sociais. Tudo planejado e executado sem atropelos e saindo conforme o projeto inicial. Assim como deveria ser sempre…

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Malha construtiva utilizada no desenvolvimento do logotipo.

 

A LZT é uma serralheria instalada em Blumenau/SC. Seus maiores diferenciais são o grande know how, adquirido ao longo de anos de atuação neste segmento, e o foco no desenvolvimento de projetos especiais com aço.

Pelos trabalhos desenvolvidos até o momento, fica a certeza de que uma empresa pequena, com gente inteligente no comando e com bons produtos, sempre encontrará seu lugar no mercado. Agora só espero continuar encontrando mais empresários com este perfil no nosso mercado.

Resolvendo problemas e vendendo ideias

Volta e meia o acaso nos favorece e acabamos esbarrando em alguma informação que nos ajuda a resolver os problemas do nosso cotidiano. Meio que sem querer, esta semana encontrei o incrível material do Dan Roam, chamado de The Back Of The Napkin (algo como “o verso do guardanapo”, em bom português brasileiro).

O livro promete ajudar as pessoas na “resolução de problemas” e a “vender ideias”, tudo isto com a simples utilização de “figuras”. Parece coisa do nosso velho conhecido Adams Óbvio, não é? Todos que trabalham na área de Marketing e Comunicação sabem que uma boa apresentação de projeto deve ser sempre ricamente ilustrada, com a intenção de facilitar o entendimento da mensagem a que se propõe passar.

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Capa do livro TBOTN, de Dan Roam. Clique na imagem acima para acessar o site do autor.

 

E foi mais ou menos isto que Mr. Roam fez: pegou algo que é consenso geral, que todos nós sabemos que funciona, fragmentou e transformou em um técnica interessantíssima que pode ser facilmente utilizada por qualquer um que precise acelerar a geração de ideias ou fazer uma apresentação de forma clara e com fácil entendimento por parte da audiência.

Várias sãos as dicas apresentadas no livro. Mas a essência da tese de Roam está baseada na aplicação de quatro ferramentas que o próprio autor disponibiliza de forma gratuita em seu site:

  1. A caixa de ferramentas do Visual Thinking;
  2. O Codex;
  3. O SQVID (Simple, Quality, Vision, Individual e Delta (percentual de variação, ou Change);
  4. A regra do <6><6>.

Para o autor, a utilização destes recursos auxilia no desenvolvimento da habilidade denominada por ele de “visual thinking” (pensamento visual), pois o sentido da visão facilita a interpretação de dados e nos permite acessar toda uma gama de possibilidades e novas ideias. Clique AQUI para fazer o download de um arquivo PDF com uma compilação feita por mim, que contém estas quatro ferramentas.

O assunto rende muitas ideias, aplicações e pode ter diversos desmembramentos. O livro é fácil de encontrar em qualquer boa livraria brasileira e não é dos mais caros. Sugiro dar uma boa conferida. Vale o investimento! #ficadica

Candy Kids – Logotipo

CandyKids é a marca infantil da Comércio e Confecções Statton, uma empresa catarinense com capital 100% brasileiro, situada em Blumenau/SC, um dos mais importantes polos da moda nacional.

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Construção do logotipo, proporções em malha construtiva e aplicações de cores.

 

A Statton se orgulha da tradição de estar presente no mercado têxtil há mais mais de 30 anos, sempre produzindo produtos diferenciados e de alta qualidade.

Pensando em atender aos seus clientes com agilidade e preço competitivo, a empresa conta com um parque fabril de 3.000 m², incorporando todas as etapas do processo produtivo.

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Simulação de aplicação do logotipo.

A verdade nua e crua de Oliviero Toscani

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A fala agitada, característica de todo bom italiano, e as opiniões incisivas de Oliviero Toscani sempre o levaram a ficar no centro das mais diversas polêmicas. Suas críticas fortes e controversas são refletidas diretamente em seu trabalho e divertem a muitos, agradam a poucos e incomodam a grande maioria.

Toscani tem propriedade para opinar sobre o que acontece no meio jornalístico e publicitário. Filho do primeiro repórter fotográfico do jornal italiano Corriere Della Sera, cresceu envolvido por um ambiente repleto de informações e questionamentos. Por influência do pai, começou a fotografar muito cedo, aos oito anos de idade, e mais tarde enveredou para o caminho da Publicidade, sendo internacionalmente reconhecido pelas belas, provocativas e polêmicas campanhas criadas para a Benetton.

OK… Mas e qual o motivo do post?

O motivo é que recentemente a GloboNews apresentou uma entrevista realizada pelo jornalista Roberto D´Avila, onde Toscani novamente colocou o dedo na ferida de muitos publicitários:

“[As agências] Fazem pesquisa de mercado para descobrir que camundongo gosta de queijo. As agências de publicidade são uma grande farsa. Tudo o que eu faço é novo. Não faço um trabalho baseado na experiência, não é interessante.
A criatividade nasce de ações inseguras. Na insegurança máxima, você consegue atingir o máximo de criatividade. Se ficar na esfera do seguro, fará mediocridades”

Incomoda ler isto, né? A verdade geralmente tem este efeito sobre nós… Para quem quiser formar uma opinião melhor sobre esta grande figura da nossa geração, recomento assistir a entrevista completa. Basta clicar na imagem abaixo e informar o seu código de assinante de uma das operadoras do canal GloboNews:

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Não vou transcrever todas as falas dele aqui, mas só para deixar mais uma inquietação no ar, encerro com outra frase sensacional:

“O talento é como uma planta, uma flor. Normalmente é cortado logo cedo, pela mãe ou pelo pai, pela escola ou pela religião, pela educação ou pela sociedade. Mas você pode cultivar. Você tem que acreditar nele, é como uma voz que fala com você. Observei que os grandes artistas podem até ter um comportamento meio presunçoso, soberbo. Mas na realidade não é assim, porque quando tentam fazer alguma coisa eles se tornam extremamente modestos. Escutam essa voz.

MarkBike – Logotipo e Identidade Visual

A todo momento surgem novas tecnologias dentro do ciclismo, e manter a bicicletas com a manutenção em dia não é serviço para qualquer um. Visando atender a este segmento que cresce cada vez mais, surge a MarkBike: uma mecânica especializada em mountain bikes de alto desempenho.

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Mockup do cartão de visitas apresenta a identidade visual.

A identidade visual forte, simples e com cores vibrantes foi construída pensando na objetividade da comunicação e no rápido reconhecimento da marca.

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Proporções em malha construtiva e os elementos do logotipo.

A cor laranja aparece com destaque em todos os elementos da comunicação visual. O desgastado, as texturas sujas e o “respingado”, aparecem em todas as peças, remetendo ao uso contínuo das bicicletas.

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Wallpaper institucional.

Invasão Top – Logotipo

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Simulações de aplicação do logotipo. A coleção promete!

 

Enquanto todos falam sobre crise, a empresa Modaum Têxtil, de Indaial, está apostando alto no lançamento da marca InvasãoTop, para o Outono/Inverno 2016. A identidade da marca já foi desenvolvida e a coleção está saindo das pranchetas logo, logo. Vem muito mais por aí e em breve veremos esta marca genuinamente catarinense invadindo as lojas de todo o Brasil!

 

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Elementos do logotipo, proporções em malha construtiva e reserva de segurança.

Como calcular o zoom da sua objetiva?

Sempre que aparecemos com a câmera DSLR em um ambiente onde as pessoas não tem muito conhecimento sobre fotografia, alguém resolve fazer a pergunta: “Qual é o zoom da sua máquina?”

Princípio ótico do zoom
Princípio ótico do zoom.

A curiosidade é natural, pois esta é a linguagem que as pessoas estão acostumadas a “medir” os equipamentos: zoom e megapixels. Para tentar ajudar os amigos que sempre caem nesta armadilha, e ficam horas e horas tentando explicar que uma objetiva fotográfica usa outro tipo de referência, etc, etc, aqui vai uma forma simples, rápida e fácil para responder:

Para calcular o fator de zoom da sua objetiva, basta dividir o valor da distância focal máxima pela mínima.

Exemplo:
DF 18-55mm
(55 ÷ 18 = 3,055)
Significa que esta objetiva tem zoom de 3X.

Uma objetiva 28-300mm, possui um zoom ótimo de 10,7x
Uma objetiva 28-300mm, possui um zoom ótimo de 10,7X.

É claro que precisamos relacionar a objetiva ao tipo de sensor da sua câmera ( leia o post Desmistificando o fator de crop ), mas aí a conversa vai ficar loooonga demais, e tenho certeza que a resposta acima já é mais do que suficiente!

Desmistificando o fator de crop

Na hora de comprar uma câmera fotográfica DSLR (digital single lens reflex), todo mundo fica empolgado com a marca, se preocupa com “os megapixels”, se o grip é bom, etc. Mas pouca gente presta atenção no tipo e tamanho do sensor da câmera que está adquirindo. Normalmente só os fotógrafos mais experientes levam este item em consideração na hora de fazer um upgrade no equipo.

Fator de crop, ou fator de corte, é a medida do tamanho do sensor da sua câmera DSLR. As antigas câmeras analógicas apresentavam um padrão de filme, onde cada instantâneo, cada quadro (frame), apresentava uma medida de aproximadamente 35 mm – 36×24 mm.

Até aí, tudo bem. O problema é que cada fabricante produz equipamentos com tamanhos diferentes de sensores e isto não implica só na resolução e qualidade das imagens capturadas, mas também relação da distância focal das suas objetivas. Sim… isso mesmo! Uma mesma objetiva reage diferente em câmeras com sensores de tamanhos diferentes. Por exemplo: uma objetiva de 50mm passa a funcionar como se tivesse 80mm em uma câmera cujo fator de crop é de 1.6x (50 x 1.6 = 80). Veja abaixo a tabela de conversão:

Normalmente o manual da sua câmera vai dizer qual o tamanho e o fator da sua câmera. Uma boa pesquisada na internet também pode ajudar, mas até lá saiba o fatores dos modelos mais usadas hoje em dia:
1.3x – Canon EOS 1D/1D MkIIN
1.5x – Nikon D40/D50/D70/D70s/D80/D200/D300/D2XD2Hs Minolta 7D/Fuji S3 Pro Pentax istDS/K100D/K110D/K10D
1.6x – Canon EOS 300D/400D/20D/30D

A Nikon trabalha com dois tamanhos de sensores: Full Frame (FX) e 1.5x (DX), a Canon, com três:Full Frame, 1.3x e 1.6x e os demais frabricantes ficam nos mesmos padrões, com exceção da Olympus, que possui alguns modelos com fator 2x.

A imagem acima ajuda a entender bem a diferença entre os tamanhos dos sensores.

Para facilitar ainda mais a vida dos colegas nikonzeiros, encontrei duas ferramentas no site da marca que ajudam a situar o seu equipamento e podem influenciar na escolha do seu próximo equipamento.

NIKKOR Lenses Simulator
Simula visualmente a operação de uma determinada objetiva de acordo com o sensor marcado.

Clique na imagem para utilizar a ferramenta no site da Nikon.

NIKKOR Lenses Positioning Map
Ferramenta que mostra o alcance (range) das objetivas Nikkor e como cada uma delas opera de acordo com os formatos de sensores. O interessante é que você pode criar seu próprio mapa, de acordo com os equipamentos que possui.

Clique na imagem para utilizar a ferramenta no site da Nikon.