BlogFolio – Allyson Correia
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Vídeos tipográficos
A Vancouver Film School (VFS) sempre tem algo de bom para nos mostrar. Seja uma paródia escrachada ou algo com conteúdo um pouco mais sério.
Recebi um link do Rafael Camargo com um material muito legal deles sobre tipografia. Pode parecer o básico do básico para quem é mais aprofundado no assunto, mas o vídeo é simples, didático e bastante informativo. Com certeza vale uma boa olhada. Assista aqui.
Outro vídeo muito interessante e bastante assistido no YouTube é a versão “tipografada” (se é que o termo existe) de um diálogo do filme Pulp Fiction. Marcelus Wallace virou web hit para os tipoaddicteds de plantão. Veja.
Mais uma dica chega pelos comments. Vou adicionando ao post. A Fiolence, hermana ilustradora uruguaia residente em Buenos Aires, lembrou da banda Cuarteto de Nos, com o clipe Ya No Sé Qué Hacer Conmigo. A música é ótima e com uma boa letra. O visual é clássico e de extremo bom gosto.
Anatomia tipográfica
É sempre assim: quando precisamos de uma informação, não encontramos na hora. Dias depois, quando ela já não é mais necessária, ela aparece. Assim… do nada.
Esta semana bati cabeça tentando lembrar onde tinha visto um descritivo sobre anatomia tipográfica. Hoje, procurando outro material, encontrei. Abri a pasta e lá estava a imagem.
Muito prática e extremamente didática, a ilustração acima foi feita pelo designer gráfico brasileiro Paulo de Loyola, que participa da lista de discussão DG, da qual também faço parte. É raro encontrar material deste nível em português. Por isso, vale guardá-la e ter o arquivo sempre a mão.
Ah! Lembrar onde se guarda o arquivo ou o link de origem também ajuda, claro.
Todos bebem da mesma fonte
A comprovação máxima de que todos acabam saciando sua sede por novidades nos mesmos lugares é esta imagem acima. Só hoje eu a encontrei em quatro sites diferentes. Sites bons, legais, gringos, que servem de pesquisa para milhares (ou seriam milhões?) de criativos espalhados pelo mundo.
Aí é que começa a minha preocupação. Se todos bebem na mesma fonte, quais são as probabilidades de que idéias semelhantes nasçam a partir daí? Eu diria que são grandes. Muito grandes.
Não me espantaria nada se daqui a uns quinze dias eu abrisse um portal de propaganda e desse de cara com um anúncio que tivesse algum tipo de vínculo com esta peça. E depois outro. E outro… Talvez sejam assim que nascam as tão famosas e temidas “coincidências” ou “convergências criativas”. Ou não?






